No passado sábado, 7 de Março, terminaram na Faculdade de Psicologia de Coimbra, no serviço de Avaliação Psicológica os primeiros grupos piloto. O balanço foi muito positivo, entretanto os dados serão tratados e conclusões/implicações serão retiradas. Os pais "Incríveis" bastante entusiasmados com esta intervenção quiseram partilhar e comemorar na última sessão esta aventura que durou 12 semanas.
sábado, 18 de abril de 2009
Primeiros Grupos Piloto chegam ao fim!
No passado sábado, 7 de Março, terminaram na Faculdade de Psicologia de Coimbra, no serviço de Avaliação Psicológica os primeiros grupos piloto. O balanço foi muito positivo, entretanto os dados serão tratados e conclusões/implicações serão retiradas. Os pais "Incríveis" bastante entusiasmados com esta intervenção quiseram partilhar e comemorar na última sessão esta aventura que durou 12 semanas.
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
"A importância de saber chegar a casa..."
Mário Cordeiro, pediatra reconhecido, disse na semana passada numa conferência organizada pelo Departamento de Assuntos Sociais e Culturais da Câmara Municipal de Oeiras, que muitas birras e até problemas mais graves poderiam ser evitados se os pais conseguissem largar tudo quando chegam a casa para se dedicarem inteiramente aos seus filhos durante dez minutos.
Ao fim do dia os filhos têm tantas saudades dos pais e têm uma expectativa tão grande em relação ao momento da sua chegada a casa que bastava chegar, largar a pasta e o telemóvel e ficar exclusivamente disponível para eles, para os saciar. Passados dez minutos eles próprios deixam os pais naturalmente e voltam para as suas brincadeiras. Estes dez minutos de atenção exclusiva servem para os tranquilizar, para eles sentirem que os pais também morrem de saudades deles e que são uma prioridade absoluta na sua vida. Claro que os dez minutos podem ser estendidos ou até encurtados conforme as circunstâncias do momento ou de cada dia. A ideia é que haja um tempo suficiente e de grande qualidade para estar com os filhos e dedicar-lhes toda a atenção.
Por incrível que pareça, esta atitude de largar tudo e desligar o telemóvel tem efeitos imediatos e facilmente verificáveis no dia-a-dia. Todos os pais sabem por experiência própria que o cansaço do fim de dia, os nervos e stress acumulados e ainda a falta de atenção ou disponibilidade para estar com os filhos, dão origem a uma espiral negativa de sentimentos, impaciências e birras.
Por outras palavras, uma criança que espera pelos pais o dia inteiro e, quando os vê chegar, não os sente disponíveis para ela, acaba fatalmente por chamar a sua atenção da pior forma (...) é bom não perder de vista os timings e perceber que está nas nossas mãos fazer o tempo correr a nosso favor.
(in Boletim de Julho da Acreditar)
Ao fim do dia os filhos têm tantas saudades dos pais e têm uma expectativa tão grande em relação ao momento da sua chegada a casa que bastava chegar, largar a pasta e o telemóvel e ficar exclusivamente disponível para eles, para os saciar. Passados dez minutos eles próprios deixam os pais naturalmente e voltam para as suas brincadeiras. Estes dez minutos de atenção exclusiva servem para os tranquilizar, para eles sentirem que os pais também morrem de saudades deles e que são uma prioridade absoluta na sua vida. Claro que os dez minutos podem ser estendidos ou até encurtados conforme as circunstâncias do momento ou de cada dia. A ideia é que haja um tempo suficiente e de grande qualidade para estar com os filhos e dedicar-lhes toda a atenção.
Por incrível que pareça, esta atitude de largar tudo e desligar o telemóvel tem efeitos imediatos e facilmente verificáveis no dia-a-dia. Todos os pais sabem por experiência própria que o cansaço do fim de dia, os nervos e stress acumulados e ainda a falta de atenção ou disponibilidade para estar com os filhos, dão origem a uma espiral negativa de sentimentos, impaciências e birras.
Por outras palavras, uma criança que espera pelos pais o dia inteiro e, quando os vê chegar, não os sente disponíveis para ela, acaba fatalmente por chamar a sua atenção da pior forma (...) é bom não perder de vista os timings e perceber que está nas nossas mãos fazer o tempo correr a nosso favor.
(in Boletim de Julho da Acreditar)
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Os Anos Incríveis em Portugal não param!
Em breve (Março.2009) estaremos em Seattle, na Parenting Clinic da Universidade de Washington com a Professora Carolyn Webster-Stratton, autora do Programa. Preparamo-nos assim para duas semanas de formação, treino de observação, partilha de experiências e reflexão sobre os nossos projectos de investigação. Actualmente, a Professora Carolyn Webster-Stratton tem um projecto financiado pelo NIMH cujo título é: Evaluating the Effectiveness of the Incredible Years interventions for young children with ADHD(2005-2010). Depois desta ida, esperamos que o nosso "porquinho" venha recheado de novos e eficazes contributos para a liderança dos grupos de pais e para a investigação.
"Anos Incríveis" no Centro de Desenvolvimento Torrado da Silva
No passado dia 6 de Janeiro estivemos no Hospital Garcia da Orta, numa sessão clínica do Centro de Desenvolvimento. Continuamos assim, a difundir o nosso projecto e trabalho. Esperamos que os "Anos Incríveis" possam chegar a cada vez mais famílias!
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domingo, 23 de novembro de 2008
Novos Grupos de Pais! (Estudo Piloto em Marcha)

Amanhã avança uma nova etapa do nosso estudo piloto! Após a triagem e avaliação de várias famílias, iniciaremos 2 grupos de pais de crianças sinalizadas por dificuldades de atenção, agitação psicomotora, impulsividade. Estes grupos serão dinamizados na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, com o apoio do Serviço de Avaliação Psicológica e do Centro de Psicopedagogia. Estamos muito entusiasmadas com o facto destes pais terem aceite este desafio e esperamos que o trabalho que irá ser desenvolvido nas próximas 12 semanas seja eficaz para estas famílias. No fim do programa, para além do maior suporte entre os pais, as malas que eles vêm construíndo desde o nascimento dos seus filhos terão mais ferramentas, assim como, mais estratégias eficazes e criativas para lidar com os comportamentos difíceis das suas crianças.
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008
NOTÍCIA PÚBLICO: Ritalina antes dos 5 anos? Vale a pena investirmos na intervenção parental!
"Especialistas condenam prescrição de psicofármaco Ritalina a menores de cinco anos"
Em 24.09.2008 - 20h41 por Andrea Cunha Freitas
Desta vez, os avisos vêm do Reino Unido. As novas linhas orientadoras ditadas pelo National Institute for Health and Clinical Excellence (NICE) referem que o conhecido medicamento chamado Ritalina (nome comercial do metilfenidato) usado para casos de défice de atenção e hiperactividade não deve “em caso algum” ser prescrito a menores de cinco anos e, apenas em último recurso, deve ser usado por crianças mais velhas. Em Portugal, os especialistas sublinham que a prescrição destes fármacos a crianças com menos de 5 anos abrange uma pequena minoria e situações muito especiais.As novas directivas britânicas neste campo foram divulgadas hoje pelo diário inglês "The Guardian". Segundo este jornal, os especialistas defendem que antes de receitar Ritalina é preciso assegurar que todas as outras estratégias foram tentadas e falharam. Assim, fala-se numa aposta na formação de pais e professores para que aprendam a lidar com estas situações delicadas antes de simplesmente prescrever o medicamento que acalma a criança. Para a formação é proposto um programa de 12 semanas e apenas nos casos mais graves e como último recurso deve ser usado o psicofarmaco, sublinham. Além disso, o uso destes medicamentos, diz o NICE, deve ser sempre acompanhado de apoio psicológico. A prescrição de medicamentos como a Ritalina sempre foi alvo de controvérsia e debate na comunidade científica. Ainda assim, há milhões de crianças em todo o mundo que parecem precisar desta medicação para resolver problemas de desatenção. Em Portugal, o problema deverá afectar entre 3 a 5 por cento da população escolar. “O manancial de experiência adquirido até hoje permite concluir que é um medicamento eficaz e seguro. Temos dados suficientes para concluir que a taxa de complicações a curto e longo prazo é muito baixa”, referiu ao PÚBLICO, o neuropediatra José Carlos Ferreira, especialista nesta área, admitindo que o fármaco pode produzir efeitos secundários já relatados como, por exemplo, palpitações e falta de apetite. “Há sempre muita vigilância nestas situações”, nota. O pediatra Pedro Cabral acrescenta: “É prescrito a muito poucas crianças com menos de cinco anos e com cuidados especialíssimos”
Em 24.09.2008 - 20h41 por Andrea Cunha Freitas
Desta vez, os avisos vêm do Reino Unido. As novas linhas orientadoras ditadas pelo National Institute for Health and Clinical Excellence (NICE) referem que o conhecido medicamento chamado Ritalina (nome comercial do metilfenidato) usado para casos de défice de atenção e hiperactividade não deve “em caso algum” ser prescrito a menores de cinco anos e, apenas em último recurso, deve ser usado por crianças mais velhas. Em Portugal, os especialistas sublinham que a prescrição destes fármacos a crianças com menos de 5 anos abrange uma pequena minoria e situações muito especiais.As novas directivas britânicas neste campo foram divulgadas hoje pelo diário inglês "The Guardian". Segundo este jornal, os especialistas defendem que antes de receitar Ritalina é preciso assegurar que todas as outras estratégias foram tentadas e falharam. Assim, fala-se numa aposta na formação de pais e professores para que aprendam a lidar com estas situações delicadas antes de simplesmente prescrever o medicamento que acalma a criança. Para a formação é proposto um programa de 12 semanas e apenas nos casos mais graves e como último recurso deve ser usado o psicofarmaco, sublinham. Além disso, o uso destes medicamentos, diz o NICE, deve ser sempre acompanhado de apoio psicológico. A prescrição de medicamentos como a Ritalina sempre foi alvo de controvérsia e debate na comunidade científica. Ainda assim, há milhões de crianças em todo o mundo que parecem precisar desta medicação para resolver problemas de desatenção. Em Portugal, o problema deverá afectar entre 3 a 5 por cento da população escolar. “O manancial de experiência adquirido até hoje permite concluir que é um medicamento eficaz e seguro. Temos dados suficientes para concluir que a taxa de complicações a curto e longo prazo é muito baixa”, referiu ao PÚBLICO, o neuropediatra José Carlos Ferreira, especialista nesta área, admitindo que o fármaco pode produzir efeitos secundários já relatados como, por exemplo, palpitações e falta de apetite. “Há sempre muita vigilância nestas situações”, nota. O pediatra Pedro Cabral acrescenta: “É prescrito a muito poucas crianças com menos de cinco anos e com cuidados especialíssimos”
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domingo, 7 de setembro de 2008
Congresso Europeu de Terapia Cognitivo-Comportamental
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